NTM - Núcleo de Tecnologia de São José- SC - BRASIL

O Núcleo de tecnologia disponibiliza aos educadores e demais integrantes da Web este blog com objetivo de divulgar tecnologias que podem auxiliar na educação dos alunos. Postamos também projetos e notícias relativas a rede municipal de ensino de São José, SC. Existem dezenas de postagens e soluções para contribuir no seu dia a dia, vale apena conferir. Você pode traduzir as postagens em vários idiomas!


quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Think about skills, forget the profession - Pense em trabalhar habilidades, esqueça a profissão



Pesquisa da Pearson traça o panorama do mercado de trabalho em 2030, lista habilidades necessárias e mostra como a educação é a saída para o uso intenso de tecnologia em todos os setores

por Vinícius de Oliveira 

As previsões que apontam para a presença intensa de robôs e a automação no dia a dia estão longe de ser o fim dos tempos. A pesquisa “O futuro das habilidades: empregabilidade em 2030“, realizada pelo grupo editorial Pearson em parceria com a fundação britânica de inovação Nesta e a Oxford Martin School, da Universidade de Oxford, imagina uma situação positiva para a convivência entre homens e máquinas.

Sim, o ritmo de mudanças será acelerado e a tecnologia terá um papel importante, mas o foco no desenvolvimento de habilidades e no aprender a aprender pode funcionar como proteção para o futuro. Só assim será possível atender à necessidade constante de atualização de conhecimentos causada pelo avanço da globalização, dos problemas ambientais, da desigualdade e incerteza política. Ou seja, o incerto tende a ser o novo normal.

Em conversa com o Porvir, Amar Kumar, vice-presidente responsável por liderar o time global de pesquisa da Pearson, disse que tentar imaginar os nomes das profissões do futuro é um “exercício bobo” e o melhor é se preparar, em vez de assumir um papel de vítima dos robôs. “Eu posso desenvolver uma habilidade e praticá-la, mas não posso me preparar para uma profissão que ainda nem sei como vai se chamar”, disse. Segundo ele, isso pode ser percebido quando olhamos a situação de alguém que anos atrás já demonstrava visão de mercado e tinha uma boa comunicação e hoje lidera times de marketing em redes sociais. Naquela época você chamaria isso de profissão?

A metodologia da pesquisa partiu de uma análise de sete tendências globais com maior probabilidade de impacto sobre o futuro do trabalho: mudança tecnológica, globalização, mudança demográfica, sustentabilidade ambiental, urbanização, desigualdade crescente e incerteza política. A discussão com especialistas nestas áreas alimentou um algoritmo de machine learning (sistema autodidata) que aprendeu a prever quais empregos e habilidades teriam aumento ou queda na demanda até 2030.

Setores como educação e assistência médica devem ganhar mais eficiência sem sofrer diminuição de força de trabalho. Outros, que reúnem características essencialmente humanas, como o criativo, de desenvolvimento e engenharia, também têm boas perspectivas. Porém, no transporte e na fabricação tradicional o risco é maior.
Segundo o especialista da Pearson, a necessidade de classificar e navegar por informações em um cenário que pessoas não conseguem separar fatos mentirosos dos verdadeiros resgata a importância do bibliotecário, profissional que sempre reuniu tais habilidades.

Na entrevista abaixo, Kumar descreve a metodologia da pesquisa, os impactos sobre a educação e as mudanças necessárias no mercado de trabalho. A pesquisa completa está disponível, em inglês, para consulta e download no site http://futureskills.pearson.com.

Porvir – Nos mais diversos setores, as pessoas dizem que precisamos formar profissionais para atividades que não existem e que muitos perderão empregos para máquinas. Mas o estudo não é tão pessimista assim. Por quê?
Amar Kumar – Existem muitas discussões nos Estados Unidos, no Reino Unido e no resto do mundo a respeito do futuro do trabalho, principalmente porque a expectativa de vida está aumentando, setores estão mudando rapidamente e temos muitas tendências impactando como se trabalha. Precisamos imaginar como a economia vai se comportar diante desse cenário. Preparar alguém e tentar imaginar qual será o nome de sua profissão é um exercício bobo. É por isso que nossa pesquisa é mais otimista. Fugimos dos nomes de profissões e nos concentramos nas habilidades que serão necessárias, porque que elas são muito mais previsíveis e úteis para as pessoas entenderem. Eu posso desenvolver uma habilidade e praticá-la, mas não posso me preparar para uma profissão que ainda nem sei como vai se chamar. Por isso, ao invés de assumir o papel de vítima em relação a robôs tomando nossas funções e todo mundo ficando desempregado, é muito melhor tomar uma postura proativa para nos prepararmos.

Ao invés de assumir o papel de vítima em relação a robôs tomando nossas funções e todo mundo ficando desempregado, é muito melhor tomar uma postura proativa para nos prepararmos
Porvir: Como foi feita essa previsão de habilidades e que dados foram usados?
 Amar Kumar – Essa é a parte mais interessante do projeto. Desde o início, buscamos ir além do impacto da tecnologia sobre as profissões e habilidades. Primeiro, definimos sete grandes tendências que vão afetar mundo: mudança tecnológica, globalização, mudança demográfica, sustentabilidade ambiental, urbanização, desigualdade crescente e incerteza política. Começamos a analisá-las e depois convidamos especialistas para um debate. Mostramos uma profissão em particular, por exemplo, motorista de caminhão, e perguntamos a expectativa de cada um a respeito de como ela seria em 2030. Um especialista em urbanização poderia dizer que mais pessoas estão migrando para as cidades e mais motoristas vão transportar mercadorias das fazendas para as cidades. Mas o responsável por tecnologia e automação poderia dizer que, dentro de cinco anos, vamos ter carros autônomos e não precisaremos de mais de motoristas. Forçamos o debate e fizemos com que colocassem suas expectativas em nosso algoritmo, que processava os dados e indicava uma nova profissão. Após fazermos isso para 30 profissões diferentes, o sistema aprendeu a prever habilidades e funções que serão necessárias e conseguimos extrapolar para todos os trabalhos e habilidades.

Porvir – E no caso da educação, como foram as discussões? Amar Kumar – A atuação de professores foi um tópico muito interessante, porque há muitas tendências impactando essa profissão. Tecnologia é claramente uma delas. A outra é a urbanização, porque mais pessoas estão se mudando para cidades e o número de alunos em sala de aula tende a aumentar. Com mudanças demográficas em alguns países, a população mais jovem levará a uma demanda maior de professores. Outro problema, a desigualdade de renda: se o topo da pirâmide tem mais dinheiro para gastar e colocar seus filhos em escolas privadas, na base, para as pessoas que não contam com um bom emprego, a educação terá um papel muito mais importante. Todas essas situações estão entrelaçadas e, no final das contas, a maioria dos especialistas concordou que o uso da tecnologia na educação não irá diminuir a demanda por professores, e sim melhorar os resultados de aprendizado para os alunos. Com isso, professores podem ser mais assertivos e usar dados para personalizar o ensino. E pode ser que sejam necessários mais educadores para programas de mentoria individuais em que estudantes podem ter acompanhamento por mais tempo. Como resultado dessas discussões e das previsões feitas pelo algoritmo, o trabalho de professor é colocado como uma das profissões mais importantes de 2030, porque haverá muita demanda das pessoas por aprender e por aprender como aprender.

O trabalho de professor é colocado como uma das profissões mais importantes de 2030, porque haverá muita demanda das pessoas por aprender e por aprender como aprender
Porvir – Qual o impacto que uma expectativa de vida maior e a convivência constante com problemas políticos e ambientais podem trazer à educação? Como sistemas de educação devem reagir? Amar Kumar – Essas são as questões que nos trazem maior inquietação, ou seja, como responder a problemas e à maior desigualdade de renda ao redor do mundo. Rodamos essa pesquisa em 2016, ano do Brexit (saída do Reino Unido da União Europeia) e da eleição de Donald Trump como presidente dos EUA, dois fatos políticos surpreendentes. Para mim, isso tem a ver com a necessidade de sistemas educativos desenvolverem indivíduos que tenham sede por conhecimento e saibam separar o que é verdade do que é mentira. Uma parte da pesquisa descobriu a demanda por bibliotecários, e ela surge como uma das 10 profissões mais importantes. Chegamos a pensar que havia algum erro no algoritmo, começamos a investigar os motivos e percebemos que o nome da profissão é que não estava sendo levado em conta, mas sim as habilidades necessárias para ser um bibliotecário: busca, navegação e comunicação de informação somados à consciência do que é verdade ou mentira. Na nova economia, alguém que possui esse tipo de habilidade será muito valorizado, seja em uma empresa, universidade ou qualquer outro local. Eu quero que meus filhos saibam isso porque ao longo de suas vidas centenárias (risos) eles enfrentarão coisas que eu não posso prever. E esses são alguns dos motivos por que a maior parte desta pesquisa é endereçada a educadores.

Porvir – A pesquisa traz uma tabela de profissões mais importantes para o Reino Unido e os EUA. Essa lista seria muito diferente para países em desenvolvimento como é o caso do Brasil? Amar Kumar – Tivemos o cuidado de não copiar a mesma lista para EUA e Reino Unido, mas há similaridades entre profissões de assistência médica e educação. Essas são as profissões que terão uma demanda global. Em países como o Brasil, a educação é uma área muito importante porque existe uma população muito jovem que vai buscar melhorar seu nível de instrução. Outras atividades, como esporte e design de moda podem ser mais ligadas à cultura de cada país. Temos a expectativa de rodar pesquisas similares a esta em mais países para obter mais dados e nuances locais.

Em países como o Brasil, a educação é uma área muito importante porque existe uma população muito jovem que vai buscar melhorar seu nível de instrução
Porvir – Quando se fala de carros autônomos e inteligência artificial, o Brasil não ocupa uma posição de destaque. Quais são as implicações de ser apenas um consumidor e não um produtor de tecnologia e conhecimento para esse setor? Ainda é possível entrar nesse jogo? Amar Kumar – Claro! A distância física hoje é menos importante e o que conta mais são as ideias e habilidades. Se existem especialistas em machine learning no Brasil que querem trabalhar com outros na Universidade de Oxford, isso é totalmente possível graças à tecnologia e a globalização. À medida que as barreiras geográficas ficam menos importantes que ideias, isso traz um impacto muito grande para os sistemas educacionais. Será que as pessoas estão aprendendo a aprender? Será que estão aprendendo dentro de um contexto global? Não conheço muito as especificidades do país, mas a questão que seus leitores devem fazer é se o país está preparando as pessoas para essa competição global.

Porvir – Um dos trechos da pesquisa afirma que precisamos ir além das definições genéricas de habilidades para o século 21. O que isso significa? Amar Kumar – Na maioria das vezes que as pessoas mencionam “habilidades para o século 21″, elas estão se referindo a criatividade, colaboração ou resolução de problemas. Ninguém discute que elas fazem sentido, mas o problema acontece quando você entra em uma sala com 30 alunos. Como você ensina colaboração e criatividade? Por parte do estudante, como é possível demonstrar colaboração e praticar criatividade? E do gestor, como é possível avaliar que o estudante aprendeu a colaborar de verdade? No papel, falar de habilidades para o século 21 faz muito sentido e acho que nunca ouvi alguém que duvide disso, o problema é que já estamos dentro do século 21 há quase 20 anos e ninguém entendeu como funciona na prática. Um segundo ponto é que as definições estão tão distantes do jeito de ensinar dos educadores que ficou difícil criar algo prático em torno delas. Uma das coisas que essa pesquisa fez foi analisar 120 habilidades, e não apenas grupos de quatro, cinco ou dez. O banco de dados tem um catálogo de 120 áreas de conhecimento e suas habilidades e nosso ranking é muito mais detalhado e cheio de nuances. O bom é que a correspondência com as habilidades para o século 21 foi praticamente perfeita. A criatividade em nossa pesquisa aparece associada a coisas como originalidade, fluência de ideias (pensar em múltiplos pontos ao mesmo tempo) ou tomada de decisão. Agora começamos a trabalhar com isso em nossos cursos. Quando você trabalha com biologia, também trabalha criatividade. Quando aprende frações, também começa a lidar com colaboração. Não acho que as escolas devem parar tudo e começar a ensinar criatividade. Na realidade, isso deve ser inserido paralelamente, enquanto alunos aprendem a multiplicar números ou calcular frações, por exemplo. Se conseguirmos entender como ensinar conteúdo e praticar habilidades, então teremos maior chance de sucesso. Mas isso é mais complicado para o professor e é onde a tecnologia entra para ajudar.

Porvir – Mudando de perspectiva para quem aprende. Existe um medo de que computadores e robôs assumam a maior parte das funções, mas o relatório diz que devemos nos focar em desenvolver habilidades que são unicamente humanas. Como posso ter certeza de que meu emprego não está em risco? Amar Kumar – Acho que a primeira coisa a admitir é que ainda não sabemos. Não dá para dizer que nossas funções são totalmente insubstituíveis. O ritmo de mudança é mais rápido do que jamais foi. O smartphone no seu bolso é o pior que você terá porque essa tecnologia está evoluindo tão rápido que não dá para acompanhar. O primeiro passo é reconhecer que a transformação está acelerando e você não deve ter tanta previsibilidade sobre o atual emprego ou quanto ele vai durar. A segunda coisa é que se você começar a se concentrar nas habilidades, suas chances são maiores. Os jornalistas precisam saber fazer perguntas certas, investigar ou se comunicar claramente. São 15 ou 20 habilidades praticadas diariamente. O próximo passo é olhar para uma habilidade e imaginar quais serão as demandas futuras relacionadas a ela. Com robôs ou não, ainda precisaremos de pessoas para fazer perguntas críticas, comunicar ideias interessantes. Se você se focar nas habilidades, mesmo que seu trabalho não seja chamado jornalismo, também poderá usar as habilidades de hoje, só que de uma nova maneira. O melhor exemplo que também tenho sobre isso são os diretores de marketing para mídias sociais, que comandam contas de Twitter, Facebook e Instagram de empresas. Há 10 ou 15 anos, isso não era esperado e haveria até quem desse risada ao ouvir comentários a respeito. Agora vejo que, naquele tempo, quem tivesse a capacidade de analisar segmentos de mercado e de se comunicar de forma eficaz para estimular a audiência fazia algo parecido com o que faz o diretor de mídias sociais no Twitter. De repente, percebemos que empregos duram mais do que pensamos, só que de forma diferente. Mesmo que sua profissão desapareça e que uma determinada habilidade perca a importância, você tem condições de se atualizar e continuar aprendendo? Essa é a pergunta mais difícil. A incerteza que muitas pessoas têm com o futuro vem desse desconhecimento a respeito de como desenvolver suas habilidades ou aprender novas. E é aqui que os sistemas educacionais precisam oferecer novos caminhos. Se você viver até os 150 anos, será que em 2080 você vai voltar à universidade para uma nova graduação? Provavelmente, não. O que precisa é uma maneira mais flexível e ágil de adquirir habilidades. Também vemos que a programação, que era algo tão falado nos últimos 10 anos, está ficando menos atrativa. Menos pessoas estão indo para essa área e é fascinante ver como isso muda rápido.

O smartphone no seu bolso é o pior que você terá porque essa tecnologia está evoluindo tão rápido que não dá para acompanhar
Porvir – Por quê? Amar Kumar – Muitas pessoas que entraram nessa área acharam que era algo diferente. Seria só sentar, digitar alguns caracteres engraçados e o computador obedeceria. Na realidade, programação e ciência da computação têm mais a ver com algoritmos e resolução de problemas complexos. Muitos dos bootcamps (programas imersivos de programação) não ensinam isso e falam só de sintaxe. É como aprender as letras gregas, e não gramática ou cultura. Como você vai usar isso para fazer alguma coisa? Foi como uma moda e as pessoas se focaram em uma habilidade ao invés de 20 que precisavam. Em 10 ou 20 anos, a maior parte dos programas também estará automatizada, com um código que escreverá outro código e problemas básicos sendo facilmente resolvidos por meio de inteligência artificial.
Porvir – E quais as mudanças são necessárias no mercado de trabalho até que empregadores comecem a aceitar certificações mais flexíveis, como badges, ou até mesmo contratar quem não tenha diploma acadêmico, mas demonstra domínio de habilidade?
  Amar Kumar – Acho que vai depender muito da maneira como se procura profissionais qualificados. Muitos empregadores vão até campi universitários ou atrás de candidatos que já possuem as habilidades que procuram. Por meio de machine learning, empresas em Austin, no Texas (EUA), podem encontrar o melhor talento no Rio de Janeiro e isso amplia horizontes. Outra coisa envolve a avaliação das qualificações. Há seis meses, todas as posições da minha equipe na Pearson vinham com o requisito de um diploma de bacharelado. Enquanto fazia esta pesquisa, comecei a me perguntar por quê. Se alguém não tiver o diploma, mas apresentar as habilidades necessárias, para mim já estaria bom. Então tirei essa informação do anúncio de vaga, porque quero a melhor pessoa independentemente da educação formal. Os badges podem ser parte disso. Uma terceira coisa é que empregadores precisam entender que eles têm a obrigação de oferecer treinamento contínuo aos funcionários. Se olhar para as 10 principais habilidades de nossa pesquisa, você acha que quatro anos de faculdade serão suficientes para aprendê-las? Não. Elas são muito difíceis e estão relacionadas com aprendizado ao longo da vida e podem demorar anos para serem dominadas e aperfeiçoadas. Empregadores precisam entender que ter em mãos os melhores talentos demanda investimento por parte da empresa.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

The State of the World’s Children 2017: Children in a Digital World - UNICEF



As the debate about whether the internet is safe for children rages, The State of the World’s Children 2017: Children in a Digital World discusses how digital access can be a game changer for children or yet another dividing line. The report represents the first comprehensive look from UNICEF at the different ways digital technology is affecting children, identifying dangers as well as opportunities. It makes a clear call to governments, the digital technology sector and telecom industries to level the digital playing field for children by creating policies, practices and products that can help children harness digital opportunities and protect them from harm.

General Information
Author: UNICEF Price: Free  
No. of pages: 211 Publication 
date: December 2017  
Publisher: UNICEF ISBN: 978-92-806-4930-7
Available language versions
Arabic, French and Spanish versions will be available soon.
 
Available formats 
 

 
 
For further information
Please contact: pubdoc@unicef.org
 
 

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

[VII FórumBR] Sessão Plenária: Cibersegurança - subtitled



NICbrvideos


A Sessão Plenária sobre Cibersegurança foi apresentada no VII Fórum da Internet no Brasil - evento promovido pelo CGI.br e NIC.br de 14 a 17 de novembro de 2017, no Rio de Janeiro. Mais informações em http://forumdainternet.cgi.br/

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=tSr12bISmOk

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Star Size Comparison 2 - O segundo vídeo tem legendas em português.


morn1415
Dear world, Let´s talk about time.

When I uploaded my first YouTube video 7 years ago, I would have never thought that it would get that much attention. Had lots of discussions, met new people, continued to make videos about things that intrigued me. Or tried out effects.

 I enjoyed it a lot, and I still read every comment that pops up. And they keep coming in. It is a hobby that I am very glad about having started. And I am humbled by the attention.

Well, as time went by I found less time to work on videos, struggled with other things in life, and wondered if I would ever find the time again.

But I always knew one thing:
I owe you something.
All the time people were are asking about a sequel to starsize comparison. And yes, I promised once.
I keep my promises. So, whenever I found time over the last year I spent it on that. Here it is. I hope you like it.
I tried to do it in a bit different way.
Curious for the feedback.
I know I will be hardly able to beat the choice of music from the first part, but let me say, Vangelis Alpha is a piece that is very dear to my heart, I always had this in mind. Still looking for contact to musicians.
I do not know what the future brings, but I hope we will hear from each other. Enjoy.

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=GoW8Tf7hTGA&t=75s


A comparação do tamanho do universo - O vídeo mais completo de todos

 

Compare os tamanhos e as distâncias de raio de diâmetros de cada planeta, estrela e galáxias. E você? ainda se acha o centro do universo?

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=BueCYLvTBso

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

7 Best AR Smart Glasses (Augmented Reality Smart Glasses)

 


7 Best AR Smart Glasses (Augmented Reality Smart Glasses) 

1. Microsoft HoloLens :- http://amzn.to/2inKmwb Microsoft HoloLens is the first self-contained, holographic computer, enabling you to engage with your digital content and interact with holograms in the world around you.

2. Sony SmartEyeglass :- http://developer.sonymobile.com/2014/... SmartEyeglass is lightweight, binocular eyewear that enables true augmented reality experiences. Text, symbols and images are superimposed onto your natural field of view.

 3. Vuzix M300 Smart Glasses :- http://amzn.to/2i2on0W Vuzix M300 Smart Glasses delivers a “hands free” digital world, providing unprecedented access to information, data collection and more. Improve existing workflows and open new opportunities in industrial, medical, retail, supply chain, remote help desk, and other aspects of your business.

 4. Recon Jet :- http://amzn.to/2inMt2H Jet’s display is equivalent to a 30” screen viewed from 7 feet (2 m) away. It’s crisp and vibrant in all lighting conditions—and thanks to our patented Glance Detection technology, it wakes up instantly when you glance down, then turns off again when you look away, minimizing distractions and maximizing power efficiency. 

5. ORA-1 Smart Glasses :- http://amzn.to/2hk51Fg The ORA-1 smart glass platform started it all. It changed the game for mobile augmented reality and wearable computing.

 6. Atheer One :- http://www.atheerair.com/ ATHEER brings you the most interactive 3D smart glasses and productivity application for deskless professionals.

 7. CastAR http://castar.com/Transform everyday spaces into 3D digital playgrounds. castAR’s augmented reality entertainment platform ushers in a new world of discovery and wonder. You won’t believe your eyes. 

 Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=0i4v0Texqco

Augmented Reality, science fiction is now science fact | Ryan Groom | TEDxMoncton - Legendado



Augmented Reality is the ultimate in merging the physical world and the digital world. This futuristic technology is now making what we see in the movie reality today. Ryan has over 29 years in the information technology sector. Ryan's core background is in software development and information security. His previous company, CyberSecure, won the 2004 Microsoft Canada Impact Award for Excellence in Security Solutions for the work done with the Toronto Police Department. The company was acquired in 2004. Ryan has two books published on application development, one has been translated into Korean. 
Ryan also co-holds U.S. Patent 7,506,163. In 2015 Trekk.it Corporation under Ryan's direction became a member of Microsoft's Cloud Society for cloud innovation. In Ryan’s spare time he produces a show called Trekkit for Bell Aliant TV1 where he gets office workers into the great outdoors and has visited Iceland, Norway and the Highlands of Scotland to film for the show. 
The summer of 2017 Ryan's first documentary "Maritimes from Above" will air on CBC. Ryan now devotes most his energy on Kognitiv Spark to help augment everyone’s reality. 
This talk was given at a TEDx event using the TED conference format but independently organized by a local community. Learn more at https://www.ted.com/tedx.

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Atividade física melhora aprendizagem, saúde e bem-estar

Relatório do PNUD apresenta o conceito de escolas ativas e reflete sobre o potencial das práticas esportivas durante a infância

por Marina Lopes


Apesar de pesquisas já terem demonstrado que uma vida ativa pode melhorar o desempenho escolar e ampliar o repertório motor, 81% dos adolescentes e jovens entre 11 e 17 anos não praticam nem 60 minutos diários de atividade física. Diante dessa realidade, o PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento no Brasil), com o apoio da Nike, divulgou um relatório que mostra o cenário da prática de atividades físicas e esportivas no país e apresenta o conceito de escolas ativas como um caminho para estimular o desenvolvimento integral dos estudantes.
No “Relatório de Desenvolvimento Humano Nacional 2017 – Movimento é Vida: Atividades Físicas e Esportivas para Todas as Pessoas“, o conceito de escolas ativas é apresentado como uma perspectiva de desenvolvimento humano que reconhece o movimento como um elemento central para potencializar o aprendizado e uma vida plena.

“Uma Escola Ativa tem que fomentar e celebrar o movimento, considerar as necessidades diárias de atividade física, promover aprendizagens sobre atividades físicas e garantir a participação democrática da comunidade escolar”, defendeu Gabriel Vettorazzo, assistente de projetos do PNUD, durante apresentação do material no seminário Escolas Ativas, realizado no último mês em São Paulo.
De acordo com ele, a atividade física ainda não está presente na cultura escolar como um elemento central. “A educação física é vista como um componente secundário que pouco afeta o processo educacional”, menciona. No entanto, além da melhora do desempenho acadêmico, o assistente de projetos do PNUD diz que o movimento deve ser reconhecido com um sentido próprio. “A capacidade de se mover vai gerar um desenvolvimento para a pessoa, mesmo que seja fora da sala de aula.”
Entre os ganhos, além do desempenho cognitivo, o relatório aponta como a saúde de crianças e adolescentes é beneficiada pela prática de atividades físicas e esportivas, incluindo maior densidade óssea, redução de sintomas de depressão e ansiedade e bom funcionamento cardiovascular.

Diagnóstico das atividades físicas nas escolas

Apesar dos benefícios apontados, o estudo mostra que, ao invés de garantir liberdade para os estudantes, muitas escolas ainda atuam no controle do corpo. Entre os exemplos desse comportamento: a arquitetura dos espaços, o mobiliário, as técnicas corporais da educação física, a organização do cotidiano escolar e as regras de conduta.

“Na escola tradicional, o corpo é considerado como objeto, nada além de um suporte passivo para uma mente ativa. Essa concepção é hegemônica na escola e faz com que não haja disposição para acolher no seu cotidiano o valor intrínseco do mover-se expresso nas várias dimensões compreendidas nas atividades físicas (deslocamento, lazer e tempo livre, ocupacionais etc.)”, sugere o relatório.

Com base em dados do Censo Escolar, da Prova Brasil e da Pesquisa Nacional sobre Saúde do Escolar, que trazem variáveis ligadas à prática de atividades físicas e esportivas, o relatório ainda elaborou um diagnóstico para medir o quão ativas as escolas podem ser. Em um universo de mais de 200 mil instituições, apenas 0,55% delas são consideradas ativas no nível pleno e avançado, contando com iniciativas próprias que incluem diretrizes para promoção de atividades físicas e esportivas, oferta de atividades extracurriculares e abertura aos finais de semana para a comunidade.

No documento, também são apresentados programas internacionais de referência. Na Finlândia, por exemplo, o “Finish School on the Move” estabelece uma cultura fisicamente ativa nas escolas com o aumento de aulas semanais, métodos de aprendizagem ativa, possibilidade de movimento durante as aulas, intervalos mais longos com atividade física, troca de cadeiras por mobiliários que permitem o movimento e participação dos estudantes nas decisões e escolhas de atividades.

Experiências brasileiras

Com destaque para as práticas inovadoras brasileiras que atuam na promoção da atividade física no contexto escolar, o seminário Escolas Ativas apresentou diferentes iniciativas voltadas para a formação de educadores. Entre elas, o projeto “Portas Abertas para a Inclusão – educação física inclusiva”, desenvolvido pelo Instituto Rodrigo Mendes, com a parceira do UNICEF e da Fundação FC Barcelona.
A partir da formação de educadores de diferentes regiões do país, o programa busca incluir estudantes com deficiência por meio de práticas esportivas seguras. “A gente se propõe a pensar a inclusão dos alunos com deficiência através de um espaço comumente excludente, que é o da educação física”, diz Alexandre Moreira Santos, auxiliar de formação do Instituto Rodrigo Mendes.

No programa Geração Movimento, desenvolvido pelo Instituto Coca-Cola e pela Fundação Roberto Marinho, a formação de professores de redes públicas tem o objetivo de qualificar a educação física a partir de uma abordagem interdisciplinar e colaborativa. Na mesma linha, o Instituto Esporte & Educação atua em 11 estados brasileiros para sensibilizar educadores sobre a importância do movimento.
Entre as experiências, também ganhou destaque o projeto Escolas e Comunidades Ativas, desenvolvido pelo PNUD, com o apoio da Nike, que amplia o acesso a experiências positivas com atividade física, expande o repertório motor com o acesso a diferentes práticas e trabalha o desenvolvimento de competências.

Relatório Nacional de Desenvolvimento Humano do Brasil – MOVIMENTO É VIDA: ATIVIDADES FÍSICAS E ESPORTIVAS PARA TODAS AS PESSOAS

http://movimentoevida.org/sumario/

Fonte: http://porvir.org/atividade-fisica-melhora-aprendizagem-saude-bem-estar/

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

The Future of Humanity - with Yuval Noah Harari - The Royal Institution - Legendado




The Royal Institution
  
Dr Yuval Noah Harari explains how revolutions in technology and society will transform our bodies and minds.

Watch the Q&A here: https://youtu.be/Lt7votAzI78 
Subscribe for regular science videos: http://bit.ly/RiSubscRibe  

Throughout history there were many revolutions: in technology, in economics, in society, in politics. But one thing always remained constant: humanity itself. We still have the same bodies, the same brains, and the same minds as our ancestors in ancient China or in the Stone Age. Our tools and institutions are very different from those of Confucius’s time, but the deep structures of the human body and mind remain the same. 
However, the next big revolution of history will change that. In the twenty-first century, there will again be many revolutions in technology, in economics, in politics. But for the first time in history, humanity itself will also undergo a radical revolution. Not only our society and economy, but our bodies and minds will be transformed by new technologies such as genetic engineering, nanotechnology and brain-computer interfaces.  

Homo Deus will shock you. It will entertain you. Above all, it will make you think in ways you had not thought before – Daniel Kahneman, author of Thinking, Fast and Slow.
Dr Yuval Noah Harari has a PhD in History from the University of Oxford and now lectures at the Department of History, the Hebrew University of Jerusalem, specialising in World History. 'Sapiens: A Brief History of Humankind', published in 2014, was on the Sunday Times bestseller list for over six months in paperback, was a New York Times top ten bestseller and has been published in nearly 40 languages worldwide.  

Subscribe for regular science videos: http://bit.ly/RiSubscRibe
The Ri is on Twitter: http://twitter.com/ri_science 
Subscribe for the latest science videos: http://bit.ly/RiNewsletter

[VII FórumBR] Presente, Passado e Futuro da Internet no Brasil - subtitled





NICbrvideos

Realizado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), o evento teve início nessa terça-feira (14), no Rio de Janeiro, com painel de abertura sobre o passado, presente e futuro da Internet, e segue até sexta-feira (17) promovendo debates cruciais para a consolidação e expansão de uma Internet cada vez mais diversa, universal e inovadora no Brasil – entre eles, a audiência pública sobre a estrutura de governança da Internet no País.

 

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

The Web in the virtual reality era - A Web na era da realidade virtual - ceweb.br - Excelente!!!

http://ceweb.br/

Artigo "A Web na era da Realidade Virtual": Este artigo apresenta o papel da realidade virtual na construção de uma Web imersiva, discutindo aspectos técnicos e de interação, por Diogo Cortiz e Newton Calegari.  

  A realidade virtual está se tornando um ramo estratégico nas empresas de tecnologia. Ela que era tida quase como um sinônimo de games até alguns anos atrás, começa a ganhar aplicações nas mais variadas esferas. Há diversos projetos nas áreas de educação, saúde, segurança e, claro, entretenimento. As possibilidades de interação que essa tecnologia nos traz são tão promissoras que especialistas já a chamam de a próxima grande plataforma computacional.

Diferentemente das outras tecnologias digitais, a realidade virtual consegue envolver os nossos sentidos de forma efetiva, o que cria um cenário inédito para a humanidade. Até então, nós interagimos com a tecnologia por meio de controles e telas, sabendo identificar os limites da tecnologia – pelo menos em seu quesito físico. Ao navegar pela Web, basta olhar para o lado, para além da tela do computador, para entender a fronteira entre a tecnologia e o mundo físico. A realidade virtual vem para mudar tudo isso.

Para ler o artigo completo acesse: https://imasters.com.br/desenvolvimento/web-na-era-da-realidade-virtual/

Fonte: http://ceweb.br/noticia/notas/a-web-na-era-da-realidade-virtual/

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Desafios de cibersegurança são analisados por especialistas no VII Fórum da Internet no Brasil - Nic.br

Evento ocorreu dias 14 até 17/11/2017, no Rio de Janeiro, com a realização de workshops e audiência pública

Com workshops sobre temas diversos – modelos de governança de domínios de países, inteligência artificial e transformação digital, franquia de dados na banda larga fixa, entre tantos outros –, a programação do VII Fórum da Internet no Brasil avançou na quarta-feira (15) também com a realização de uma sessão plenária em que especialistas analisaram os desafios relacionados a cibersegurança.

Realizado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), o evento teve início nessa terça-feira (14), no Rio de Janeiro, com painel de abertura sobre o passado, presente e futuro da Internet, e segue até sexta-feira (17) promovendo debates cruciais para a consolidação e expansão de uma Internet cada vez mais diversa, universal e inovadora no Brasil – entre eles, a audiência pública sobre a estrutura de governança da Internet no País.
Como fazemos para ter segurança, estabilidade e resiliência na Internet? Com esse questionamento, Cristine Hoepers (CERT.br) iniciou sua apresentação na plenária, explicando o cenário nacional de ataques a partir das notificações de incidentes de segurança reportadas ao CERT.br. "Duas categorias se destacam, o scan, ou seja, as varreduras, pessoas buscando serviços como e-mail ou acesso remoto a câmeras para adivinhar login e senha. E também os ataques de negação de serviço (DoS) a partir de botnets IoT e amplificação", comentou Hoepers. Em 2016, o CERT.br recebeu 60.432 notificações sobre computadores que participaram de ataques DoS, número 138% maior que em 2015.
Ela lembrou que o Brasil possui mais de cinco mil sistemas autônomos, porém 1/3 deles possuem problemas de configurações que permitem o abuso de serviços. Ataques envolvendo câmeras de segurança, dispositivos médicos, roteadores e infraestruturas críticas, como gasodutos, oleodutos, semáforos, iluminação pública, entre outros, também foram abordados pela gerente do CERT.br.
"Velhos problemas persistem. Temos muitas vulnerabilidades, preocupação zero com segurança, falta de autenticação, autenticação fraca e 'backdoors' do fabricante. Ainda com o agravante: empresas de diversos setores agora desenvolvem software, mas não agem como tal. Pensam o desenvolvimento de software sem levar a segurança em consideração", alertou.
"Precisamos ampliar a formação em cibersegurança", sentenciou Adriano Cansian (Unesp). Durante a apresentação no evento, Cansian afirmou que há um descompasso entre a academia e o mercado, uma vez que as universidades não formam profissionais com habilidades e atitudes para trabalhar na área. "Analistas de segurança precisam ter curiosidade, persistência e comprometimento. Eles devem estudar programação, sistemas operacionais, redes de computadores, para então decidir atuar com segurança", aconselhou.
Moderado por Tanara Lauschner (CGI.br), a plenária teve também a participação do General Jayme Queiroz (CDCiber), que enfatizou a importância do trabalho colaborativo e multissetorial. "Na área de segurança, não há como trabalhar isoladamente. A todo momento, estamos colaborando uns com os outros, sejam organizações ou países, para atingir um objetivo comum", destacou. Henrique Faulhaber (CGI.br), por sua vez, chamou atenção para a importância do trabalho de conscientização dos usuários. "Precisamos de materiais, como a cartilha do CERT.br, que expliquem de forma didática como se proteger dos riscos na Internet".
A Internet dos Brinquedos, especificamente, as ameaças de segurança decorrentes de dispositivos IoT (Internet das Coisas), foi pautada na plenária por Thiago Tavares (CGI.br), que detalhou casos de bonecas que se conectam em tempo real com servidores dos fabricantes.
"Esses brinquedos podem aprender sobre o comportamento das crianças, trocar dados com estranhos, ser customizados, obter dados e áudios do ambiente funcionando como instrumento de vigilância, além de serem usado para fraudes e golpes", alertou. "Que tipo de rede e de produto teremos na Internet das Coisas? E que tipo de regulação podemos produzir para encara um cenário tão complexo como esse?", conclui.


Sobre o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR – NIC.br

O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR — NIC.br (http://www.nic.br/) é uma entidade civil, de direito privado e sem fins de lucro, que além de implementar as decisões e projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil, tem entre suas atribuições: coordenar o registro de nomes de domínio — Registro.br (http://www.registro.br/), estudar, responder e tratar incidentes de segurança no Brasil — CERT.br (http://www.cert.br/), estudar e pesquisar tecnologias de redes e operações — Ceptro.br (http://www.ceptro.br/), produzir indicadores sobre as tecnologias da informação e da comunicação — Cetic.br (http://www.cetic.br/), implementar e operar os Pontos de Troca de Tráfego — IX.br (http://ix.br/), viabilizar a participação da comunidade brasileira no desenvolvimento global da Web e subsidiar a formulação de políticas públicas — Ceweb.br (http://www.ceweb.br), e abrigar o escritório do W3C no Brasil (http://www.w3c.br/).

Sobre o Comitê Gestor da Internet no Brasil – CGI.br
O Comitê Gestor da Internet no Brasil, responsável por estabelecer diretrizes estratégicas relacionadas ao uso e desenvolvimento da Internet no Brasil, coordena e integra todas as iniciativas de serviços Internet no País, promovendo a qualidade técnica, a inovação e a disseminação dos serviços ofertados. Com base nos princípios de multilateralidade, transparência e democracia, o CGI.br representa um modelo de governança multissetorial da Internet com efetiva participação de todos os setores da sociedade nas suas decisões. Uma de suas formulações são os 10 Princípios para a Governança e Uso da Internet (http://www.cgi.br/principios). Mais informações em http://www.cgi.br/.


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terça-feira, 21 de novembro de 2017

[2º Workshop] Painel 6: Ferramentas pedagógicas para todas as idades - nic.br - subtitled


O Painel 6 "Ferramentas pedagógicas para todas as idades: Guias do CGI.br e NIC.br, 'Internet com Responsa', Lançamento Guia +60 e Guia 'Internet Segura'" contou com a participação de Kelli Angelini (NIC.br), Miriam Von Zuben (CERT.br/NIC.br) e Tony Bernstein (Portal da Terceira Idade). O 2º Workshop "Impactos da Exposição de Crianças e Adolescentes na Internet" foi promovido pelo CGI.br e NIC.br, em parceria com a SaferNet Brasil, no dia 18 de setembro, em São Paulo. 

http://internetsegura.br/
 Clique no link para download
http://internetsegura.br/pdf/internet_com_responsa.pdf 


#Internet com Responsa +60: Cuidados e responsabilidades no uso da Internet 

Se você é da época em que a máquina
de escrever era revolucionária em
termos de tecnologia... Se é do tempo quando o video game da moda para seus filhos era o Atari... Se torceu o nariz quando seus filhos, netos e sobrinhos passaram a utilizar computadores e impressoras... Anos depois (talvez uma década depois) acabou se rendendo à era digital e até aceitou que criassem para você um perfil no Facebook ou uma conta no Twitter... E ganhou de presente aquele celular que faz tudo – manda e recebe mensagens, tem Whatsapp e outros aplicativos e até faz ligações (sim, como um telefone normal, lembra?)...
ESSE GUIA # INTERNET COM RESPONSA 60 + FOI
FEITO PARA VOCÊ.
Clique no link abaixo para download.

 http://nic.br/publicacao/internet-com-responsa-60-cuidados-e-responsabilidades-no-uso-da-internet/

 

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Emergence – How Stupid Things Become Smart Together - Legendado



Kurzgesagt – In a Nutshell

How can many stupid things combine to form smart things? How can proteins become living cells? How become lots of ants a colony? What is emergence? 

This video was made possible by a donation by the Templeton World Charity Foundation. A huge thanks to them for their support and help over the last year!  

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