NTM - Núcleo de Tecnologia de São José- SC

O Núcleo de tecnologia disponibiliza aos educadores e demais integrantes da Web este blog com objetivo de divulgar tecnologias que podem auxiliar na educação dos alunos. Postamos também projetos e notícias relativas a rede municipal de ensino de São José, SC. Existem dezenas de postagens e soluções para contribuir no seu dia a dia, vale apena conferir. Você pode traduzir as postagens em vários idiomas!


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segunda-feira, 7 de julho de 2014

Como Zuckerberg trata usuários do Facebook como ratos de laboratório

Sem pedir autorização prévia, a rede social manipulou secretamente as emoções de 700 mil usuários para ver o poder de contágio de mensagens positivas ou negativas

Fica a dúvida: o Facebook poderia influenciar opiniões político-ideológicas, por exemplo?


Sem qualquer aviso ou pedido de permissão, o Facebook, maior rede social ativa hoje, decidiu manipular o conteúdo visto por cerca de 700 mil usuários durante uma semana. Em uma espécie de experiência científica, a empresa expôs as pessoas selecionadas a diferentes mensagens e analisou suas reações. Os perfis testados não foram divulgados, mas o vazamento do estudo gerou duras críticas. A maior preocupação é: pode uma empresa influenciar as emoções da sociedade e manipulá-las impunemente?
O resultado da pesquisa do Facebook dá sinais de que sim. O experimento foi feito em 2012, quando a companhia de Mark
Zuckerberg quis analisar se o conteúdo gerado pelos amigos de alguém poderia levá-los a deixar de usar a rede social. Para isso, examinou 3 milhões de postagens com mais de 120 milhões de palavras. O conteúdo foi, então, classificado em duas categorias: “positivo” e “negativo”. Depois disso, por meio de um algoritmo, um conjunto de regras que define o que uma pessoa vai ver ao acessar a rede, a empresa expôs as publicações “positivas” apenas para uma parcela das pessoas, e as “negativas” para o restante.

Na prática, isso quer dizer que, durante o período, as pessoas do grupo “positivo” só tinham acesso a textos que o Facebook considerou como tal. Mensagens tidas como negativas foram omitidas.
Responsáveis pelo estudo, Adam Kramer, cientista de dados do Facebook, Jamie Guillory, da Universidade da Califórnia, e Jeffey Hancock, da Universidade Cornell, descobriram depois de sete dias que os destinatários de apenas mensagens “positivas” tinham comportamento emocional similar. Já o grupo que leu somente as demais postagens publicou textos, ou compartilhou assuntos, com palavras igualmente negativas.
“Esses resultados indicam que as emoções expressas pelos outros no Facebook podem influenciar nossas próprias emoções, constituindo evidência experimental de contágio massivo de larga escala através das redes sociais”, explica o texto do estudo.
O experimento ainda conclui que mensagens que expressam emoções tendem a fazer com que as pessoas continuem usando a rede social. Ou seja, se o “Feed de Notícias”, como é chamado o local onde o usuário vê as publicações de quem escolhe acompanhar, privilegia publicações de amigos que não têm conteúdo emocional, o usuário tende a perder o interesse no Facebook.
A conclusão, contudo, não é exatamente uma novidade. Segundo o coordenador do Laboratório de Estudos sobre Internet e Cultura da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Fabio Malini, a tese de que emoção produz mais comoção é conhecida desde os primeiros estudos sobre comunicação de massa. O problema é a forma como o Facebook poderia usar informações para manter usuários ativos ou gerar sentimentos a ponto de influenciá-los de forma política e ideológica.
“O Facebook retoma o modelo televisivo de uma forma diferente porque, ao contrário da tevê, não produz conteúdo. A rede social reproduz de forma seletiva o que seus amigos produzem. É um jogo muito perigoso do ponto de vista democrático. A seleção do que é visto pode pautar o que a sociedade virá a debater”, argumenta.
A maior parte das críticas recaem, no entanto, sobre o fato de o Facebook não ter consultado ou informado os usuários selecionados de que eles participariam de um experimento. A rede social defende-se afirmando que toda pessoa que faz um perfil deveria saber que essa possibilidade existe, dada a política de uso de dados do Facebook descrita no momento da inscrição.
Entre os termos com os quais é preciso concordar para ser cadastrado está a afirmação de que a rede social pode usar informações de usuários para “operações internas que incluem correção de erros, análise de dados, testes, pesquisa, desenvolvimento e melhoria do serviço”. Um trecho ainda avisa: “Podemos fazer sugestões de amigos, escolher histórias para seu Feed de Notícias ou indicar pessoas para marcar nas fotos”.
Essas justificativas não foram suficientes para a classe acadêmica poupar os responsáveis pelo estudo. “Esse ‘consentimento’ é uma ficção jurídica, destinada a facilitar a interação online. É muito diferente do consentimento informado, que é o padrão ético e legal para a experimentação com seres humanos”, escreveu o professor de Direito, James Grimmelmann, da Universidade de Maryland.
Esse tipo de reação fez com que Kramer, um dos autores do estudo, se explicasse publicamente. “Nosso objetivo é aprender a prestar um melhor serviço. Nosso objetivo nunca foi afligir ninguém. Meus coautores e eu sentimos muito pela ansiedade causada”, lamentou em perfil na rede social. Em nota, o Facebook informou que avalia as pesquisas que faz e que esse processo é sempre reavaliado. “Não coletamos informações desnecessárias dos usuários envolvidos nessas pesquisas e todos os dados são armazenados de forma segura.”
Alguns dias depois foi a vez da diretora de operações do Facebook, Sheryl Sandberg, pedir desculpas aos usuários da rede social. "Era parte de uma pesquisa testando um produto novo, mas com pouca comunicação. Nós pedimos desculpa. Nunca quisemos incomodar nem machucar nossos usuários”, disse ela ao Wall Street Journal. Mas não bastou. Autoridades britânicas estão investigando se a empresa violou a lei de proteção de dados ao realizar o experimento. O Escritório do Comissário de Informações (ICO, na sigla em inglês), órgão responsável pela privacidade de informações sobre os cidadãos do país, pretende questionar o Facebook sobre o estudo.
Ainda que aceitem a política de uso de dados do Facebook, os usuários brasileiros que se sentirem lesados por práticas como essa podem buscar proteção no recém-aprovado Marco Civil da Internet. De acordo com o advogado Fábio Pereira, há um inciso na lei a garantir que esse tipo de experimento deve estar em destaque para o usuário, e não escondido no meio de um longo texto. Cabe ver se a lei se aplicará também à bilionária rede social.
Vale anotar que o espírito crítico pode representar uma resistência eficaz. Mesmo que o Facebook opte por calibrar o “Feed de Notícias” de cada usuário, esses não reagem apenas como ratos de laboratório. “A pesquisa parte do pressuposto de que, em situações em que a emoção está aflorada, o usuário não tem percepção sobre aquilo que publica. Mas essa discussão está ausente”, opina Malini. “Se a pessoa reagir a um estímulo emocional, pode ser reorientada e até mudar de percepção.”

terça-feira, 1 de julho de 2014

Relatório aponta novo papel do professor como tendência

Estudo do NMC mostra as tecnologias emergentes e o que vai se ver na educação básica nos próximos 5 anos
As novas tecnologias e abordagens pedagógicas estão transformando o papel do professor em sala de aula. Cada vez mais ele passa a ser um mentor, um guia para o aprendizado dos alunos. O mais recente relatório doNMC (New Media Consortium), que traz seis tendências e seis tecnologias que devem se difundir na educação básica até 2019, aponta essa mudança na atuação docente como algo que deve acontecer entre um a dois anos a partir de agora.
A justificativa do relatório para que o professor mude sua forma de atuação em tão pouco tempo vem do crescente acesso à internet por parte dos alunos. Com mais informação à disposição, os educadores deixam de ser a primeira fonte de conhecimento e se tornam ainda mais imprescindíveis no papel de orientação e mediação. Eles passam a ter que ensinar os estudantes a aprender ao longo da vida, a relacionar conteúdos pedagógicos com o mundo real e os instiga a aprofundar suas pesquisas para além da internet.
crédito Gorilla / Fotolia.com

Outra tendência apontada pelo relatório que deve se tornar predominante também no período entre um e dois anos e intimamente ligada ao novo papel do professor é a adoção de abordagens pedagógicas mais profundas. Pelo documento, estarão em alta estratégias que permitam que o aluno aplique na prática o que aprendeu, conectando os conteúdos curriculares com o mundo real. Com isso, é esperado que o estudante seja mais bem preparado para a vida após a escola, que desenvolva habilidades para resolver problemas, enfrentar desafios, trabalhar colaborativamente e de comunicação.
A médio prazo, de três a cinco anos, a expectativa é que o uso de recursos educacionais abertos (REA), livres de licenças e diretos autorais, esteja mais difundido e se torne uma opção viável para escolas com recursos limitados. E também espera-se, com o crescimento dos REA e de sua qualidade, que ele se torne uma alternativa aos materiais didáticos tradicionais. Paralelamente, aparece o aumento no uso de projetos híbridos de aprendizagem, nos quais o tempo de sala de aula é usado para aprofundar conhecimentos, desenvolver projetos e realizar atividades em grupo ou individualmente, assistidas pelo professor.
Todas essas tendências, somadas ao avanço das tecnologias intuitivas, aquelas sensíveis ao toque e ao movimento, previstas para estar presentes nas salas de aula daqui a cinco anos, vão trazer a necessidade de repensar o modelo vigente de escola. Segundo o relatório, as novas práticas e recursos pedagógicos demandam um novo modelo de ambiente de aprendizagem e de divisão do tempo que facilite a interação dos alunos com seus pares, com o professor e com as tecnologias.
E por falar em tecnologias a aposta dos especialistas é que, daqui a um ano, a computação em nuvem e o BYOD Glossário compartilhado de termos de inovação em educação já estejam na rotina dos estudantes. Para um espectro de dois a três anos, a expectativa é que o learning analytics, ou a análise da aprendizagem, e os games/gamificação estejam sendo usados amplamente nas salas de aula. Em quatro ou cinco anos, o que deve chegar com força, aponta o relatório, é a internet das coisas e as tecnologias vestíveis. A previsão do NMC é que o avanço tecnológico impacte a escola e a maneira de ensinar e aprender, assim como tem impactado as outras esferas da vida tanto do professor quanto do aluno.
O NMC produz relatórios sobre tendências em diferentes etapas educação periodicamente. Para este estudo, 54 especialistas do mundo todo foram selecionados para analisar quais as tecnologias emergentes e seu potencial impacto sobre o ensino e aprendizagem na educação básica. Confira no infográfico a seguir as seis tendências e as seis tecnologias trazidas no documento.
crédito Regiany Silva




































































Fonte: http://porvir.org/porpensar/relatorio-aponta-nov-papel-professor/20140630

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Facebook também na hora de estudar!

Veja uma seleção de páginas onde é possível encontrar dicas para estudar conteúdos de todas as disciplinas


por Giovana Feix





Reprodução
Fonte: https://www.institutoclaro.org.br/blog/rede-social-facebook-fanpages-para-estudar/

terça-feira, 17 de julho de 2012


8 dicas para você amar Química


Química é o estudo da matéria e energia e a interação entre eles. Há muitas razões para estudar química, até mesmo se você não está em busca de uma carreira científica

(Crédito: Reprodução)
(Crédito: Reprodução)
Há muitas ocupações na área da química, mas mesmo que você esteja procurando por um emprego em outro campo, as habilidades analíticas que você desenvolve com a química são muito úteis

química está em todos os lugares no mundo ano nosso redor! Está na comida que comemos, nas roupas, na água,medicamentosarprodutos de limpeza, enfim em tudo. A química também é chamada de a “ciência central” por que interliga outras ciências entre si, como a biologia, a física, ageologia e a ciência ambiental.

Confira os melhores motivos para estudar química:

Por que estudar química: 1) Ajuda a entender o mundo ao seu redor

A química te ajuda a entender o mundo ao seu redor. Por que as folhas mudam de cor no outono? Por que as plantas são verdes? Como o queijo é produzido? O que há no sabão e como ele é capaz de limpar? Todas essas perguntas podem ser respondidas através da química!

Por que estudar química: 2) Ensina a ler rótulos de produtos

Um entendimento básico de química te ajuda a ler e entender rótulos dos produtos.

Por que estudar química: 3) Ajuda a tomar decisões mais precisas

A química irá ajudá-lo a fazer decisões mais corretas. Por exemplo, se um produto irá funcionar como anunciado ou não. Se você entender como a química funciona, será apto para discernir expectativas coerentes de pura ficção.

Por que estudar química: 4) Você aprende a cozinhar melhor

Química é o coração da culinária. Se você entender as reações químicas que envolvem alimentos assados, como a elevação ou diminuição da acidez ou o toque certo de condimentos, as chances de você se tornar um super chefe só aumentarão!

Por que estudar química: 5) Resolve problemas com rapidez

A química nos ensina coisas muito úteis. Aprender essa ciência irá ajudá-lo a ser objetivo e resolver problemas com rapidez. Além disso, você irá saber lidar com os mais variados produtos, inclusive alguns perigosos mas que encontramos em casa, como os de limpeza.

Por que estudar química: 6) Compreende o cotidiano e o meio ambiente

Você irá entender eventos que nos cercam constantemente, como notícias sobre petróleo, poluição, o meio ambiente, conquistas tecnológicas e até mesmo fenômenos climáticos.

Por que estudar química: 7) Multiplica as oportunidades da sua carreira

Ela abre portas para sua carreira. Há muitas ocupações na área da química, mas mesmo que você esteja procurando por um emprego em outro campo, as habilidades analíticas que você desenvolve com a química são muito úteis. Elas se aplicam para a indústria alimentícia, transportes, artes, tecnologia e mais.

Por que estudar química: 8) Você aprende se divertindo

É divertido! Há muitos projetos interessantes que você pode fazer utilizando materiais que usamos no nosso dia a dia. Projetos de química fazem muito mais do que soltar fumaça ou explodir. Eles podem brilhar no escuro, mudar de cor, produzir bolhas e mudar de estado físico. Você vai se divertir tanto que nem irá perceber o quanto já aprendeu.